
Inspirado em Gênesis 11, o jornalista Jeff Castro analisa o caos administrativo gerado pela ausência de um “idioma comum” entre os governantes locais.
O relato bíblico de Gênesis 11:1 descreve um tempo onde “todos falavam uma só língua e serviam-se das mesmas palavras”. Naquela época, a unidade permitiu o início de um projeto ambicioso. Trazendo essa máxima para a política atual, o jornalista Jeff Castro utiliza a metáfora bíblica para diagnosticar o maior gargalo do governo municipal: a desconexão comunicativa e a ausência de um propósito compartilhado.
O “Dilúvio” das Promessas e a Dispersão do Poder
Segundo Castro, após o “dilúvio” das campanhas eleitorais — período marcado por promessas de reconstrução — o que se vê na prática é uma fragmentação administrativa que remete à confusão das línguas na Torre de Babel. Enquanto o texto sagrado mostra que a união de fala gerava força, a realidade municipal de 2026 apresenta secretarias que não se comunicam, vereadores que divergem do Executivo e uma gestão que “não fala a língua do povo”.
“O sucesso de uma cidade depende de uma gramática comum: a do planejamento e da transparência. Quando o governo municipal deixa de falar a mesma língua da população, o projeto de cidade desmorona”, afirma o jornalista.
O Desafio da Linguagem Única na Gestão
A análise de Jeff Castro aponta que a eficiência pública só será retomada quando os descendentes do pleito eleitoral entenderem que governar exige mais do que ocupar espaços; exige convergência. Para ele, o “Gênesis” de uma nova era administrativa passa obrigatoriamente pela restauração do diálogo e pela unificação de metas que beneficiem o cidadão comum, superando o ruído político que trava o desenvolvimento local.
About The Author
Ronaldo José
Como jornalista, minha paixão pela informação e comunicação moldou minha trajetória profissional. Dedico-me ardentemente a levar notícias de forma ágil e precisa, sem comprometer a imparcialidade.
Ronaldo José-JORNALISTA:
Registro-0041725/RJ




